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Brasil entre os maiores no poder de compra

O Brasil está empatado com outras quatro nações na sexta posição entre as maiores economias do mundo, considerado o método de paridade do poder de compra, que transforma as riquezas geradas por um país em uma moeda comum para medir o que o dinheiro em circulação dentro da nação pode comprar.

Segundo o Banco Mundial, o Brasil tem 3% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, empatado com Reino Unido, França, Rússia e Itália. Um bom exemplo para ilustrar o que a paridade do poder de compra representa é o índice Big Mac, da revista "The Economist", que mede o custo do sanduíche do McDonald's em dólar, em todas as economias mundiais, nivelando assim o custo do produto em todo o mundo.

Caso a população de uma determinada nação consiga comprar mais bens com uma menor quantidade de dinheiro por conta do custo de vida interno, ela pode aparecer mais bem colocada no ranking do Banco Mundial do que outro país mais rico.

Brasil na América latina

O Brasil, de acordo com o estudo do Banco Mundial, responde por metade do movimento da economia latino-americana e por quase dois terços de todos os gastos governamentais da região.

Do PIB que leva em conta o poder de compra, 61% são concentrados nas nações com alto poder de compra (desenvolvidas), 32% estão na área com renda média (na qual se inclui o Brasil) e 7% nos países de baixa renda.

Países em desenvolvimento ganham

Segundo o estudo, a maior economia mundial continua a ser a dos Estados Unidos. No método tradicional de cálculo do PIB, os EUA aparecem com 28% da riqueza mundial. Levado em conta o poder de compra, que transforma as moedas mundiais em uma só, o país tem 23% das riquezas mundiais.

O Brasil, porém, ganha na comparação: tem 2% do PIB mundial no método tradicional, e 3% quando se leva em conta o que o dinheiro em circulação no país pode comprar.

China x Japão

Outra grande mudança de um método para o outro é a posição da China e do Japão no ranking: os dois países trocam de colocação, conforme o método. No tradicional, o Japão tem 10% da economia mundial, enquanto o poder de compra do japonês só representa 7% do PIB global.

Com a China, ocorre o contrário: com o método do poder de compra, a participação chinesa na economia do planeta passa de 5% para 10%.

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